Curiosidades





Desejos femininos: 11 sonhos de menina que se transformam em 'pesadelos' para as mulheres
Veja 11 coisas que grande parte das mulheres sonhava em fazer quando era criança, e que hoje tornaram-se quase obrigações

O ser humano é mesmo uma fonte inesgotável de insatisfação. Quando somos crianças ou adolescentes sonhamos com as 'maravilhas' da vida adulta e, contraditoriamente, quando finalmente chegamos à esta fase desejamos ardentemente poder voltar aos tempos de criança. 
Para a maioria das meninas, usar maquiagem, salto alto e até depilar as pernas - entre outras exigências da feminilidade - são atitudes que geram grande expectativa. Quando pequena ainda, quem nunca cobiçou os cremes, cosméticos, vestidos longos, unhas bem feitas ou o penteado daquela tia superproduzida? Ela parecia tão linda, tão independente, tão adulta, não é mesmo? 
Passados alguns anos, constatamos que a realidade não é assim tão dourada e glamourosa, e descobrimos, quase com pesar, que a vida adulta é bem mais chata e acinzentada do que imaginávamos.
site do The Huffington Post listou 11 coisas que grande parte das mulheres sonhava em fazer quando era criança, e que hoje tornaram-se quase obrigações. Confira: 
 
(Imagem reprodução)
1. Vestir roupas "de trabalho" 
Quando pequenas não víamos a hora de poder vestir um terninho de trabalho, saias de cintura alta ou blazers. Hoje, o tal "traje de trabalho casual" mais nos parece um mal necessário, e lembramos nostálgicas que na infância podíamos usar leggings como calças, shortinhos minúsculos e até andar sem camiseta nos dias mais quentes, sem que ninguém nos julgasse por isso. 

2. Ficar acordada até tarde 
Toda criança quer saber o que acontece na casa após as 21h ou 22h, quando invariavelmente já devem estar na cama. Por isso, ser adulto e determinar nossos próprios parecia, naquela época, a melhor coisa do mundo. Hoje concluímos que a realidade é bem mais cruel: nos raros dias em que seu professor, seu chefe, seu filho ou seu pet não determinam sua hora de ir para a cama, você mal consegue assistir um programa na TV, e muitas vezes acaba 'apagando' li mesmo no sofá.

3. Tomar café 
"Café é coisa de adulto menina! Se você tomar não vai dormir bem". Essa frase clássica já foi dita por dez entre dez pais. E justamente por isso o ritual de tomar um cafezinho depois das refeições ou acompanhar os adultos na rodada de café servido às visitas nos parecia algo extremamente prazeroso. Agora descobrimos que esses momentos tão almejados na infância são realmente raros, e que no dia a dia tomamos café na correria e no pânico, apenas para evitar um episódio de narcolepsia no meio da manhã.

4. Ficar menstruada 
O trauma inicial de descobrir que um dia iríamos sangrar todos os meses era um pouco aliviado pela ideia da maturidade e feminilidade que achávamos que isso nos garantiria. Estávamos enganadas. Se soubéssemos que teríamos cólica, talvez não tivéssemos ficado tão animadas. 

5. Morar sozinha
Quando estávamos na adolescência, mal podíamos esperar para ter uma casa ou apartamento gigante só para nós. Mas também no quesito moradia a realidade é bem mais dura: com o alto custo dos imóveis tivemos que nos contentar em morar em um 'apertamento' que, pensando bem, pelo menos dá menos trabalho para limpar do que a tal casa gigante. 

6. Comer quando e quanto quiser 
Jantar sorvete ou viver de sanduíches é algo realmente sobrevalorizado quando se tem entre 6 e 15 anos. Lá pelos 20 percebemos que toda essa 'liberdade gastronômica' pode ser transformada em quilos extras. Daí reunimos todas as nossas forças para fechar a boca, comer o mínimo possível e em horários pré-determinados, desta vez, por iniciativa própria (mas ainda contra nossa vontade!). 

7. Calçar salto alto 
Admitimos: adoramos a postura que um salto alto nos proporciona quando damos os primeiros passos nele. Então chega a dor. Quando éramos garotas, achávamos que Barbies não precisavam ir a pé a lugar algum. Na vida real, toda mulher adulta faz um cálculo dos custos e benefícios de passar um dia com os pés enfiados num sapato desconfortável. Sem falar nas coisas terríveis que os saltos altos fazem ao nosso corpo. É desanimador. 

8. Usar maquiagem 
Quando observávamos nossa mãe contorcer o rosto para aplicar rímel, a maquiagem sempre nos parecia algo ritualístico e excitante. Quando você é adulta, maquiar-se pode ser divertido de verdade – até o momento em que vira obrigação. Use corretivo debaixo dos olhos sempre ou você vai parecer "doente" ou "cansada" sem ele. As golas brancas e bem passadas ganham manchas de base. O rímel escorre assim que o cérebro transmite qualquer emoção aos seus olhos. Definitivamente, usar maquiagem não é nada divertido. 

9. Raspar as pernas 
Quando somos adolescentes, principalmente para as que são ligeiramente peludas, não existe crime maior do sermos proibidas de depilar as próprias pernas! Nessa idade as lâminas e ceras prometem pernas lisinhas, ideais para serem exibidas na piscina ou na praia. Hoje desembolsamos quantias razoáveis para fazer uma depilação e ainda sentir dor! Olhando para trás, percebemos que nossas mães estavam apenas adiando um ciclo irreversível de remoção de pelos que dura a vida inteira.

10. Usar sutiã 
Para resumir este ponto: primeiro você não tem peitos, mas é louca para usar sutiãs. Depois, quando seus seios crescem, e os sutiãs são quase indispensáveis, você entende que eles podem ser muito incômodos e tem loucura para se livrar deles. 

11. Andar de bolsa 

Bolsa cor-de-rosa, com bolinhas, bolsinhas de acrílico, mochilinhas... Toda menina tem lá sua coleção de bolsinhas e sonha em ter uma bolsa grande e bonita como a da mamãe. Nesta fase mal sabem as pequenas que as bolsas existem para carregar tudo que gostaríamos imensamente de dispensar, como maquiagem, absorventes, contas, telefone, roupa de ginástica e tudo que se refere aos demais itens dessa lista! (Bonde | Fonte: Brasil Post / The Huffington Post)


O mistério por trás do Exorcismo de Emily Rose

Alemã que realmente foi possuída foi diagnosticada, no início, com epilepsia e depressão

A história que ganhou os cinemas em 2005 e impressionou o mundo, como todos sabem (e talvez por isso assuste tanto), foi baseada em uma possessão que aconteceu na vida real. A garota Emily Rose - protagonista do longa de terror - foi, na verdade, a alemã Anneliese Michel, que nasceu em 1952, em uma família católica padrão.
A infância e a adolescência da menina foram tranquilas e perfeitamente normais até que, aos 16 anos, Anneliese começou a sofrer tremores e a perder o controle do próprio corpo. Preocupados, os pais levaram a garota para ser examinada e neurologistas a diagnosticaram com epilepsia.
Mas as desventuras da moça não pararam por aí. Os tais ataques epilépticos continuaram e ela acabou caindo em depressão. Foi então que a família decidiu mantê-la internada, para tratamento. Acontece que, após a suposta epilepsia ser identificada, Anneliese nunca mais teve paz. Ela ficou realmente impressionada com a situação, atormentada com a possibilidade de estar possuída, até porque ela via imagens diabólicas enquanto fazia duas orações diárias.
A garota começou a ficar mais e mais perturbada, especialmente depois que começou a ouvir vozes, dizendo que ela queimaria no inferno por toda a eternidade. Cansada de sofrer sozinha, ela chegou a mencionar o fato aos médicos, que pensaram que ela poderia estar desenvolvendo outros transtornos.
Os pais de Anneliese, por outro lado, quando souberam dos incômodos da filha, se mostraram muito preocupados. Foi assim que, em 1973, eles começaram a visitar padres e outros religiosos que pudessem ajudar a salvar a garota da possessão. No entanto, os representantes da igreja se negavam a fazer exorcismos enquanto as pessoas não apresentassem sinais típicos, como falar em idiomas que nunca haviam aprendido e ter aversão a objetos religiosos.
De volta à casa dos pais em Klingenberg, a garota começou a apresentar todos os comportamentos antes descritos pelos religiosos. Além disso, Anneliese bebia a própria urina, se recusava a comer e, quando comia, se limitava a insetos e carvão. Ela gritava por horas, se mutilava e quebrava qualquer imagem de santos ou pinturas sacras, como a de Jesus Cristo.
Em 1975, já com 25 anos, Anneliese passou pelo primeiro exorcismo. O ato de expulsar os maus espíritos foi feito pelo Bispo de Wurzburg, Josef Stangl, que comandou o que é chamado pela igreja de "grande exorcismo", baseado no "Rituale Romanum". A partir daí, até meados de 1976, a garota passou por uma sessão exorcista por semana. Dizem que ela era tão forte que precisava ser segurada por três homens e, às vezes, era até amarrada.
Anneliese ficava fisicamente debilitada pelo esforço durante as sessões e, em sua última vez, em 30 de junho de 1976, ela acabou não resistindo. Segundo relatos das pessoas que participavam do ritual, ela já estava muito doente nessa época devido a uma pneumonia e por causa da magreza extrema. A menina morreu nesse dia e suas últimas palavras foram um pedido para que rogassem por sua alma...
Autoridades alemãs investigaram o caso e apontaram que a morte da garota foi motivada pela subnutrição. Os exorcistas e os pais da menina foram oficialmente acusados de homicídio por negligência e condenados a seis meses de reclusão, que nunca cumpriram.
Apesar dos argumentos racionais da justiça, o fato não foi impedido de se espalhar pela Alemanha. O caso de Anneliese, juntamente com o sucesso do filme O Exorcista - lançado pouco tempo depois do ocorrido -, espalhou uma onde de histeria paranormal em todo o país.
Abaixo, o vídeo com fotos e o áudio original das sessões exorcistas de Anneliese.  Ao todo, conforme os relatos, foram feitas mais de 40 gravações como essa. (site Fatos Desconhecidos)


ADVERTÊNCIA: Os sons são impactantes. Se tiver medo, melhor não ver o vídeo.

http://youtu.be/58mtHk5y0LA


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10 marcas brasileiras mais caras de 2014

 Saiba quais foram as empresas consideradas as mais valiosas do ano

Na última semana, a Brand Analytics, uma divisão da Millward Brown Optimor - empresa voltada à abordagens analíticas de marcas - divulgou o ranking BrandZ Top 50, com as melhores e mais valiosas marcas brasileiras no ano. De acordo com a companhia, o valor das marcas reflete a percepção dos consumidores. Dessa forma, ficaram nos primeiros lugares da lista, as empresas que os clientes julgaram significativas e diferentes para as suas vidas, tanto em termos emocionais como funcionais. Confira quais foram eleitas as 10 marcas mais caras de 2014:

10. Bohemia
A marca de cerveja foi eleita a 10ª mais. Está avaliada em 1,1094 bilhões de dólares.











9. Ipiranga
A empresa brasileira, que atua no ramo do varejo, está avaliada 1,103 bilhões de dólares. Ela fisgou o 9º lugar no ranking.











8. Antarctica
A marca cervejeira está avaliada em 1,145 bilhões de dólares. Ela ficou com o 9º lugar entre as 10 mais caras.











7. Natura
Destaque no ramo de cosméticos, a Natura foi eleita a 7ª mais valiosa de 2014. Seu valor estimado, esse ano, é de 2,236 bilhões de dólares.











6. Sadia
A marca de alimentos Sadia também se destacou no ranking. Com o 6º lugar, ela está estimada em 2,466 bilhões de dólares.














5. Petrobras
No ramo de geração de energia, a marca Petrobras está estimada em 2,466 bilhões de dólares. Ela ficou com o 5º lugar, entre as mais caras do ano.













4. Itaú
O banco ficou com o 4º lugar entre as marcas mais caras de 2014. Seu valor foi estimado em  3,376 bilhões de dólares.













3. Brahma
A cerveja dos brahmeiros ficou em 2º lugar. Ela está avaliada em 4,177 bilhões de dólares.













2. Bradesco
A segunda marca mais cara do ano é a do banco Bradesco. Seu valor está estimado em 4,177 bilhões de dólares

1. Skol
Com seu valor estabelecido em 7,055 bilhões de dólares, a cerveja Skol é considerada a marca mais valiosa de 2014. Esse é o segundo ano consecutivo que a empresa leva o título.














(site Fatos Desconhecidos | Fotos: Reprodução)

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Por que os pelos do corpo arrepiam?

Descubra porque isso acontece e em quais situações a reação é mais comum.

Difícil alguém que nunca tenha observado essa reação engraçada do corpo humano, e que também pode acontecer em outros animais. Os pelos se arrepiam e a pele fica toda eriçada por estímulos diferentes e a sensação nem sempre é das melhores. Mas por que isso acontece?
De acordo com especialistas, esse era um método dos corpos de nossos ancestrais indicarem que estavam com frio e uma forma de providenciar o mínimo que seja de aquecimento. Como os primeiros homens da Terra eram muito peludos, a técnica funcionava bem.
Assim que estava exposto a uma situação de frio, o organismo enviava (por meio do cérebro) uma mensagem aos pelos, que se eriçavam. Dessa forma, eles formavam uma espécie de proteção, com ar quente, que protegia as pessoas das baixas temperaturas. Hoje, no entanto, o ato de tremer funciona melhor que a tática dos pelos arrepiados, no caso do frio.
Há também o arrepio pela proximidade de alguma ameaça. Embora a situação seja mais comum em outros animais que não o ser humano, essa resposta do corpo pode ajudar a aumentar o tamanho do bicho diante do inimigo, como acontece com os peludos cães da raça husky.

Outra reação de arrepio que acontece com muita frequência é no caso de sobreaviso do corpo. Essa sim é típica dos humanos e costuma ocorrer quando se recebe um cheiro no pescoço ou um beijinho na orelha, sabe? (site Fatos Desconhecidos)

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