Curiosidades do mudo: seja curioso e confira estes divertidos fatos
1 – Nos Estados Unidos, há mais casas desocupadas do que moradores de rua. Se fosse dada uma casa a cada um dos necessitados, ainda sobrariam residências.
2 – Em Nova York, quando uma casa considerada mal-assombrada é vendida, é obrigatório que o comprador seja avisado.
3 – No Japão, um dos sabores de sorvete disponíveis é o de enguia.
4 – Usain Bolt, o homem mais rápido do mundo, exige que todas as fotos dele sejam tiradas na Jamaica, seu país de origem. Em suma, a ideia é contribuir economicamente para o país.
5 – Em Hong Kong, há uma reserva limitada de água doce. Sendo assim, a maioria dos banheiros usa água do mar nas descargas.
6 – Algumas casas de banhos termais do Japão não permitem que pessoas tatuadas entrem nas águas.
7 – As três famílias mais ricas do mundo são detentoras de mais dinheiro do que possuem os 48 países mais pobres do planeta.
8 – Na Rússia, a cerveja não era considerada uma bebida alcoólica até 2011. Antes disso, era considerada apenas um refresco.
9 – Na Itália, turistas jogam cerca de 1,5 milhão de euros em moedas todos os anos na Fontana de Trevi. É tanto dinheiro, que houve uma disputa acirrada e longa entre a prefeitura de Roma e a Igreja Católica para ver quem tinha direito sobre o valor. Hoje, o dinheiro é recolhido de tempo em tempo e doado à caridade.
10 – Um australiano tentou vender a Nova Zelândia através do eBay. Sim, em resumo, estamos falando do país. O valor chegou a 3 mil dólares australianos e houve 22 lances. Mas o próprio eBay interferiu na negociação e cancelou o leilão. Fonte: Curiosidades
Desejos femininos: 11
sonhos de menina que se transformam em 'pesadelos' para as mulheres
Veja
11 coisas que grande parte das mulheres sonhava em fazer quando era criança, e
que hoje tornaram-se quase obrigações
O ser humano é
mesmo uma fonte inesgotável de insatisfação. Quando somos crianças ou
adolescentes sonhamos com as 'maravilhas' da vida adulta e, contraditoriamente,
quando finalmente chegamos à esta fase desejamos ardentemente poder voltar aos
tempos de criança.
Para a maioria
das meninas, usar maquiagem, salto alto e até depilar as pernas - entre outras
exigências da feminilidade - são atitudes que geram grande expectativa. Quando
pequena ainda, quem nunca cobiçou os cremes, cosméticos,
vestidos longos, unhas bem feitas ou o penteado daquela tia superproduzida? Ela
parecia tão linda, tão independente, tão adulta, não é mesmo?
Passados
alguns anos, constatamos que a realidade não é assim tão dourada e glamourosa,
e descobrimos, quase com pesar, que a vida adulta é bem mais chata e
acinzentada do que imaginávamos.
O site do
The Huffington Post listou 11 coisas que grande parte das mulheres sonhava em
fazer quando era criança, e que hoje tornaram-se quase obrigações. Confira:
1.
Vestir roupas "de trabalho"
Quando pequenas não víamos a hora
de poder vestir um terninho de trabalho, saias de cintura alta ou blazers.
Hoje, o tal "traje de trabalho casual" mais nos parece um mal
necessário, e lembramos nostálgicas que na infância podíamos usar leggings como
calças, shortinhos minúsculos e até andar sem camiseta nos dias mais quentes,
sem que ninguém nos julgasse por isso.
2. Ficar acordada até tarde
Toda criança quer saber o que
acontece na casa após
as 21h ou 22h, quando invariavelmente já devem estar na cama. Por isso, ser
adulto e determinar nossos próprios parecia, naquela época, a melhor coisa do
mundo. Hoje concluímos que a realidade é bem mais cruel: nos raros dias em que
seu professor, seu chefe, seu filho ou seu pet não determinam sua hora de ir
para a cama, você mal consegue assistir um programa na TV, e muitas vezes acaba
'apagando' li mesmo no sofá.
3. Tomar café
"Café é coisa de adulto
menina! Se você tomar não vai dormir bem". Essa frase clássica já foi dita
por dez entre dez pais. E justamente por isso o ritual de tomar um cafezinho
depois das refeições ou acompanhar os adultos na rodada de café servido às
visitas nos parecia algo extremamente prazeroso. Agora descobrimos que esses
momentos tão almejados na infância são realmente raros, e que no dia a dia
tomamos café na correria e no pânico, apenas para evitar um episódio de
narcolepsia no meio da manhã.
4. Ficar menstruada
O trauma inicial de descobrir que
um dia iríamos sangrar todos os meses era um pouco aliviado pela ideia da
maturidade e feminilidade que achávamos que isso nos garantiria. Estávamos
enganadas. Se soubéssemos que teríamos cólica, talvez não tivéssemos ficado tão
animadas.
5. Morar sozinha
Quando estávamos na adolescência, mal podíamos esperar para ter uma casa ou apartamento gigante só para nós. Mas também no quesito moradia a realidade é bem mais dura: com o alto custo dos imóveis tivemos que nos contentar em morar em um 'apertamento' que, pensando bem, pelo menos dá menos trabalho para limpar do que a tal casa gigante.
Quando estávamos na adolescência, mal podíamos esperar para ter uma casa ou apartamento gigante só para nós. Mas também no quesito moradia a realidade é bem mais dura: com o alto custo dos imóveis tivemos que nos contentar em morar em um 'apertamento' que, pensando bem, pelo menos dá menos trabalho para limpar do que a tal casa gigante.
6.
Comer quando e quanto quiser
Jantar sorvete ou viver de
sanduíches é algo realmente sobrevalorizado quando se tem entre 6 e 15 anos. Lá
pelos 20 percebemos que toda essa 'liberdade gastronômica' pode ser
transformada em quilos extras. Daí reunimos todas as nossas forças para fechar
a boca, comer o mínimo possível e em horários pré-determinados, desta vez, por
iniciativa própria (mas ainda contra nossa vontade!).
7.
Calçar salto alto
Admitimos: adoramos a postura que
um salto alto nos proporciona quando damos os primeiros passos nele. Então
chega a dor. Quando éramos garotas, achávamos que Barbies não precisavam ir a
pé a lugar algum. Na vida real, toda mulher adulta faz um cálculo dos custos e
benefícios de passar um dia com os pés enfiados num sapato desconfortável. Sem
falar nas coisas terríveis que os saltos altos fazem ao nosso corpo. É
desanimador.
8. Usar maquiagem
Quando observávamos nossa mãe
contorcer o rosto para aplicar rímel, a maquiagem sempre nos parecia algo
ritualístico e excitante. Quando você é adulta, maquiar-se pode ser divertido
de verdade – até o momento em que vira obrigação. Use corretivo debaixo dos
olhos sempre ou você vai parecer "doente" ou "cansada" sem
ele. As golas brancas e bem passadas ganham manchas de base. O rímel escorre
assim que o cérebro transmite qualquer emoção aos seus olhos. Definitivamente,
usar maquiagem não é nada divertido.
9. Raspar as pernas
Quando somos adolescentes,
principalmente para as que são ligeiramente peludas, não existe crime maior do
sermos proibidas de depilar as próprias pernas! Nessa idade as lâminas e ceras
prometem pernas lisinhas, ideais para serem exibidas na piscina ou na praia.
Hoje desembolsamos quantias razoáveis para fazer uma depilação e ainda sentir
dor! Olhando para trás, percebemos que nossas mães estavam apenas adiando um
ciclo irreversível de remoção de pelos que dura a vida inteira.
10. Usar sutiã
Para resumir este ponto: primeiro
você não tem peitos, mas é louca para usar sutiãs. Depois, quando seus seios
crescem, e os sutiãs são quase indispensáveis, você entende que eles podem ser
muito incômodos e tem loucura para se livrar deles.
11. Andar de bolsa
Bolsa cor-de-rosa, com bolinhas,
bolsinhas de acrílico, mochilinhas... Toda menina tem lá sua coleção de
bolsinhas e sonha em ter uma bolsa grande e bonita como a da mamãe. Nesta fase
mal sabem as pequenas que as bolsas existem para carregar tudo que gostaríamos
imensamente de dispensar, como maquiagem, absorventes, contas, telefone, roupa
de ginástica e tudo que se refere aos demais itens dessa lista! (Bonde | Fonte: Brasil Post / The Huffington Post)
O mistério
por trás do Exorcismo de Emily Rose
Alemã que realmente foi possuída foi diagnosticada,
no início, com epilepsia e depressão
A
história que ganhou os cinemas em 2005 e impressionou o mundo, como todos sabem
(e talvez por isso assuste tanto), foi baseada em uma possessão que aconteceu
na vida real. A garota Emily Rose -
protagonista do longa de terror - foi, na verdade, a alemã Anneliese Michel,
que nasceu em 1952, em uma família católica padrão.
A
infância e a adolescência da menina foram tranquilas e perfeitamente normais
até que, aos 16 anos, Anneliese começou a sofrer tremores e a perder o controle
do próprio corpo. Preocupados, os pais
levaram a garota para ser examinada e neurologistas a diagnosticaram com
epilepsia.
Mas
as desventuras da moça não pararam por aí. Os tais ataques epilépticos
continuaram e ela acabou caindo em depressão. Foi então que a família decidiu
mantê-la internada, para tratamento. Acontece que, após a suposta
epilepsia ser identificada, Anneliese nunca mais teve paz. Ela ficou realmente
impressionada com a situação, atormentada com a possibilidade de estar
possuída, até porque ela via imagens diabólicas enquanto fazia duas orações
diárias.
A
garota começou a ficar mais e mais perturbada, especialmente depois que começou
a ouvir vozes, dizendo que ela queimaria no inferno por toda a eternidade.
Cansada de sofrer sozinha, ela chegou a mencionar o fato aos médicos, que
pensaram que ela poderia estar desenvolvendo outros transtornos.



Autoridades
alemãs investigaram o caso e apontaram que a morte da garota foi motivada pela
subnutrição. Os exorcistas e os pais da menina foram oficialmente acusados de
homicídio por negligência e condenados a seis meses de reclusão, que nunca
cumpriram.
Apesar
dos argumentos racionais da justiça, o fato não foi impedido de se espalhar
pela Alemanha. O caso de Anneliese, juntamente com o sucesso do filme O
Exorcista - lançado pouco tempo depois do ocorrido -, espalhou uma onde de
histeria paranormal em todo o país.
Abaixo,
o vídeo com fotos e o áudio original das sessões exorcistas de Anneliese.
Ao todo, conforme os relatos, foram feitas mais de 40 gravações como
essa. (site Fatos Desconhecidos)
ADVERTÊNCIA: Os sons são impactantes.
Se tiver medo, melhor não ver o vídeo.
http://youtu.be/58mtHk5y0LA
**
10 marcas
brasileiras mais caras de 2014
Saiba quais foram as empresas consideradas as mais
valiosas do ano
Na
última semana, a Brand Analytics, uma divisão da Millward Brown Optimor -
empresa voltada à abordagens analíticas de marcas - divulgou o ranking BrandZ
Top 50, com as melhores e mais valiosas marcas brasileiras no ano. De acordo
com a companhia, o valor das marcas reflete a percepção dos consumidores. Dessa forma, ficaram nos primeiros lugares da lista, as empresas que os clientes julgaram significativas e diferentes para as suas vidas, tanto em termos emocionais como funcionais. Confira quais foram eleitas as 10 marcas mais caras de 2014:
10. Bohemia
A marca de cerveja foi eleita a 10ª mais. Está avaliada em 1,1094 bilhões de dólares.
9. Ipiranga
A empresa brasileira, que atua no ramo do varejo, está avaliada 1,103 bilhões de dólares. Ela fisgou o 9º lugar no ranking.
8. Antarctica
A marca cervejeira está avaliada em 1,145 bilhões de dólares. Ela ficou com o 9º lugar entre as 10 mais caras.
7. Natura
Destaque no ramo de cosméticos, a Natura foi eleita a 7ª mais valiosa de 2014. Seu valor estimado, esse ano, é de 2,236 bilhões de dólares.
6. Sadia
A marca de alimentos Sadia também se destacou no ranking. Com o 6º lugar, ela está estimada em 2,466 bilhões de dólares.
5. Petrobras
No ramo de geração de energia, a marca Petrobras está estimada em 2,466 bilhões de dólares. Ela ficou com o 5º lugar, entre as mais caras do ano.
4. Itaú
O banco ficou com o 4º lugar entre as marcas mais caras de 2014. Seu valor foi estimado em 3,376 bilhões de dólares.
3. Brahma
A cerveja dos brahmeiros ficou em 2º lugar. Ela está avaliada em 4,177 bilhões de dólares.
2. Bradesco
A segunda marca mais cara do ano é a do banco Bradesco. Seu valor está estimado em 4,177 bilhões de dólares
1. Skol
Com seu valor estabelecido em 7,055 bilhões de dólares, a cerveja Skol é considerada a marca mais valiosa de 2014. Esse é o segundo ano consecutivo que a empresa leva o título.
(site Fatos Desconhecidos | Fotos: Reprodução)
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Por que os
pelos do corpo arrepiam?
Descubra porque isso acontece e em quais situações
a reação é mais comum.
Difícil
alguém que nunca tenha observado essa reação engraçada do corpo humano, e que
também pode acontecer em outros animais. Os pelos se arrepiam e a pele fica
toda eriçada por estímulos diferentes e a sensação nem sempre é das melhores.
Mas por que isso acontece?
De
acordo com especialistas, esse era um método dos corpos de nossos ancestrais
indicarem que estavam com frio e uma forma de providenciar o mínimo que seja de aquecimento. Como os primeiros homens da Terra eram muito peludos, a técnica
funcionava bem.
Assim
que estava exposto a uma situação de frio, o organismo enviava (por meio do
cérebro) uma mensagem aos pelos, que se eriçavam. Dessa forma, eles formavam
uma espécie de proteção, com ar quente, que protegia as pessoas das baixas
temperaturas. Hoje, no entanto, o ato de tremer funciona melhor que a tática
dos pelos arrepiados, no caso do frio.
Há
também o arrepio pela proximidade de alguma ameaça. Embora a situação seja mais
comum em outros animais que não o ser humano, essa resposta do corpo pode
ajudar a aumentar o tamanho do bicho diante do inimigo, como acontece com os
peludos cães da raça husky.
Outra reação de arrepio que acontece com muita frequência é no caso de sobreaviso do corpo. Essa sim é típica dos humanos e costuma ocorrer quando se recebe um cheiro no pescoço ou um beijinho na orelha, sabe? (site Fatos Desconhecidos)
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